Fiscalização precária deixa o trânsito patense ainda mais confuso
PATOS DE MINAS: O quase esgotamento do trânsito de Patos de Minas não é novidade. O fluxo lento e o estacionamento raro, sobretudo nos horários de pico, são alguns dos sinais de que o problema se agrava. A população em geral paga um alto preço por isso, mas não se pode esquecer que parte do caos é decorrente de imprudência dos próprios condutores e pedestres. E aí cabe a pergunta: onde está a fiscalização para coibir as infrações?
Especialistas, autoridades públicas e motoristas apontam a falta de fiscalização como um dos dez principais problemas do trânsito patense, conforme levantamento realizado pelo NOTÍCIAS DAS GERAIS e publicado na 5ª edição – 28 de Fevereiro de 2011. Essa deficiência deixa a situação ainda mais caótica, pois abre precedentes para a má conduta nas ruas, a exemplo da parada em fila dupla e do estacionamento em local proibido.
A responsabilidade de fiscalizar o trânsito local é da Polícia Militar (PM), por meio de convênio com o município. No entanto, a corporação encontra dificuldades para cumprir o papel, principalmente devido à falta de contingente.
Sargento Renato José Caixeta, da assessoria do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), disse que há ações nesse sentido, como as blitze, mas reconhece serem insuficientes. A escassez é notada pela população. “Praticamente não há fiscalização nas ruas da cidade”, apontou um universitário de 22 anos, que preferiu não se identificar.
De acordo com o sargento, as blitze estão mais frequentes nos últimos três meses e tendem a aumentar. Ele garante que “a PM busca otimizar o trabalho para não deixar de cumprir sua missão”, mas reforça que a conscientização do cidadão é essencial. “O egocentrismo está em evidência, muitos motoristas só pensam em si mesmos. É preciso que cada um faça sua parte e aja de forma preventiva para melhorar o trânsito.”
ALTERNATIVAS - A municipalização do trânsito é listada como uma das alternativas aos problemas do tráfego em Patos de Minas. Com a conclusão do projeto, que ainda é avaliado pelo Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN-MG), a prefeitura torna-se gestora do setor e pode trabalhar com agentes de trânsito e instituir a fiscalização eletrônica.
A diretora de Trânsito e Transportes da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Lucimar Souto, explicou que o processo para criação do cargo de agente de trânsito está em andamento. “Já fizemos um estudo do impacto orçamentário-financeiro, que será entregue à Procuradoria Municipal. Ela avalia e encaminha o projeto de lei para votação na câmara.” Mas é necessário que o trânsito esteja municipalizado para os agentes atuarem na fiscalização.
Autor: Carolina Tafuri
22 de maio de 2011
Notícia - publicada em Notícias das Gerais
Transporte de menores de 7 anos em motos é infração comum no trânsito
PATOS DE MINAS: Infrações no trânsito são sempre preocupantes, mas uma delas vem chamando a atenção da Polícia Militar (PM) em Patos de Minas: o transporte de crianças com idade inferior a sete anos em motocicletas. Apesar de ser proibida pelo Código Brasileiro de Trânsito (CTB), a conduta é cada vez mais comum nas ruas da cidade e cresce especialmente entre as mulheres.
De acordo com o sargento Renato José Caixeta, da assessoria do 15º Batalhão da Polícia Militar (15º BPM), a infração pode ser observada com mais frequência no horário de entrada e saída das escolas. “Na hora de levar e buscar os filhos, temos observado um crescimento do número de mães carregando menores de 7 anos na garupa.”
Agindo dessa forma, o condutor não só descumpre a legislação, como coloca em risco a sua própria segurança e a do passageiro. “Em qualquer esbarrada ou buraco, a criança menor não tem condições de se segurar para não cair. Além disso, o motorista tende a dirigir com uma mão para trás tentando firmá-la”, explicou sargento Renato.
Ao dirigir, precisa-se ter a visão de que o mais importante não é não ser autuado, ressaltou o sargento. “A maior preocupação deve ser com a integridade física de quem está sendo conduzido. É preciso prevenir o acidente, porque nessas horas, a multa é o de menos.”
CTB: De acordo com o artigo 244 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), “transportar criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança” é uma infração gravíssima. Quem cometê-la está sujeito a multa, com perda de sete pontos na carteira de habilitação, e a suspensão do direito de dirigir.
Autor: Carolina Tafuri
PATOS DE MINAS: Infrações no trânsito são sempre preocupantes, mas uma delas vem chamando a atenção da Polícia Militar (PM) em Patos de Minas: o transporte de crianças com idade inferior a sete anos em motocicletas. Apesar de ser proibida pelo Código Brasileiro de Trânsito (CTB), a conduta é cada vez mais comum nas ruas da cidade e cresce especialmente entre as mulheres.
De acordo com o sargento Renato José Caixeta, da assessoria do 15º Batalhão da Polícia Militar (15º BPM), a infração pode ser observada com mais frequência no horário de entrada e saída das escolas. “Na hora de levar e buscar os filhos, temos observado um crescimento do número de mães carregando menores de 7 anos na garupa.”
Agindo dessa forma, o condutor não só descumpre a legislação, como coloca em risco a sua própria segurança e a do passageiro. “Em qualquer esbarrada ou buraco, a criança menor não tem condições de se segurar para não cair. Além disso, o motorista tende a dirigir com uma mão para trás tentando firmá-la”, explicou sargento Renato.
Ao dirigir, precisa-se ter a visão de que o mais importante não é não ser autuado, ressaltou o sargento. “A maior preocupação deve ser com a integridade física de quem está sendo conduzido. É preciso prevenir o acidente, porque nessas horas, a multa é o de menos.”
CTB: De acordo com o artigo 244 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), “transportar criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança” é uma infração gravíssima. Quem cometê-la está sujeito a multa, com perda de sete pontos na carteira de habilitação, e a suspensão do direito de dirigir.
Autor: Carolina Tafuri
Notícia - publicada em Notícias das Gerais
Lixo se acumula na lateral do Mercado Municipal e oferece riscos
PATOS DE MINAS: É impossível passar pelo Mercado Municipal de Patos de Minas e não observar o acúmulo de lixo no trecho lateral que interliga as ruas José de Santana e Padre Caldeira. O problema é percebido a qualquer hora e dia e tornou-se um incômodo não só para lojistas, clientes e moradores das imediações, mas para todos que passam pelo lugar.
Os detritos não ensacados não são recolhidos pelo serviço de limpeza pública e, com isso, ficam longos períodos expostos e causam intenso mau cheiro. Os resíduos orgânicos – sobretudo restos de alimentos – atraem pombos e cachorros, que deles se alimentam. Os animais espalham ainda mais o lixo e aumentam a sujeira na lateral do mercado.
O perigo é ainda maior porque, largado na rua, esse lixo apodrecido serve de alimento a ratos, baratas e moscas, transmissores de doenças. Já os resíduos sólidos – caixas e plásticos, por exemplo – servem de ninho para espécies animais daninhas, facilitando a proliferação delas. Além disso, podem causar estragos quando chegam aos bueiros e galerias pluviais e os entopem.
Um comerciante do Mercado Municipal, que preferiu não se identificar, disse que está complicado conviver com a situação. “O cheiro é muito forte. Antes a Prefeitura deixava umas caçambas, mas tiraram, e agora fica desse jeito. E tem dia que a coleta falha”, reclamou.
O diretor de Órgão Municipal, ligado à Diretoria de Serviços Urbanos da Prefeitura, Ivanildo Zica, rebate a queixa. “Isso é uma inverdade. Os coletores passam no mercado todos os dias. O horário de coleta lá é de 19 as 21 horas, assim como em todo o Centro. Se eles recolhem nas outras ruas, por que não recolheriam lá?”
Segundo Ivanildo, as caçambas foram retiradas porque não têm permissão para recolher lixo doméstico. “Colocamos uma lixeira no local, mas ela foi feita de depósito de lixo, e não é assim. O correto é colocar o lixo ensacado em recipiente de até 30Kg e dentro do horário de coleta. Infelizmente, o pessoal do mercado não respeitou nenhuma tentativa oferecida.”
O diretor informou que a Associação dos Comerciantes de Carne de Patos de Minas, responsável pelo condomínio do Mercado Municipal, já foi notificada. “A Prefeitura deu um prazo para adequação. Se não for cumprido, a associação vai ser multada”, concluiu.
Autor: Carolina Tafuri
PATOS DE MINAS: É impossível passar pelo Mercado Municipal de Patos de Minas e não observar o acúmulo de lixo no trecho lateral que interliga as ruas José de Santana e Padre Caldeira. O problema é percebido a qualquer hora e dia e tornou-se um incômodo não só para lojistas, clientes e moradores das imediações, mas para todos que passam pelo lugar.
Os detritos não ensacados não são recolhidos pelo serviço de limpeza pública e, com isso, ficam longos períodos expostos e causam intenso mau cheiro. Os resíduos orgânicos – sobretudo restos de alimentos – atraem pombos e cachorros, que deles se alimentam. Os animais espalham ainda mais o lixo e aumentam a sujeira na lateral do mercado.
O perigo é ainda maior porque, largado na rua, esse lixo apodrecido serve de alimento a ratos, baratas e moscas, transmissores de doenças. Já os resíduos sólidos – caixas e plásticos, por exemplo – servem de ninho para espécies animais daninhas, facilitando a proliferação delas. Além disso, podem causar estragos quando chegam aos bueiros e galerias pluviais e os entopem.
Um comerciante do Mercado Municipal, que preferiu não se identificar, disse que está complicado conviver com a situação. “O cheiro é muito forte. Antes a Prefeitura deixava umas caçambas, mas tiraram, e agora fica desse jeito. E tem dia que a coleta falha”, reclamou.
O diretor de Órgão Municipal, ligado à Diretoria de Serviços Urbanos da Prefeitura, Ivanildo Zica, rebate a queixa. “Isso é uma inverdade. Os coletores passam no mercado todos os dias. O horário de coleta lá é de 19 as 21 horas, assim como em todo o Centro. Se eles recolhem nas outras ruas, por que não recolheriam lá?”
Segundo Ivanildo, as caçambas foram retiradas porque não têm permissão para recolher lixo doméstico. “Colocamos uma lixeira no local, mas ela foi feita de depósito de lixo, e não é assim. O correto é colocar o lixo ensacado em recipiente de até 30Kg e dentro do horário de coleta. Infelizmente, o pessoal do mercado não respeitou nenhuma tentativa oferecida.”
O diretor informou que a Associação dos Comerciantes de Carne de Patos de Minas, responsável pelo condomínio do Mercado Municipal, já foi notificada. “A Prefeitura deu um prazo para adequação. Se não for cumprido, a associação vai ser multada”, concluiu.
Autor: Carolina Tafuri
8 de janeiro de 2011
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